A SENHORA
“Vida é uma coisa
que agente pega e
morre”
Ela deixava tudo discorrer
tão simples
como se despreocupasse
com o Momento-de.
Diferente deste-momento
O tédio era praxe dos instantes como este
no qual,
ao contrário de um sonho,
ela se encontrava em demasia
onde se obrigava a estar.
Não porque realmente devia,
mas devido a uma autopunição
por querer ter a verdade
acima de tudo.
